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Depois que fiz o workshop de cores, tenho olhado minhas peças de outro jeito. E, pra versatilizar minhas roupas, pensei em investir em acessórios bacanas. Mas acontece que acessórios podem custar BEM mais que uma boa peça de roupa… E gastar meio salário mínimo em um cordão “da moda”, que daqui alguns meses estará esquecido ou datado, não é bem a minha intenção.

Na busca por bijous mais em conta, eu descobri um lugar bem bacana na Saara, pólo de comércio popular no Centro do Rio: o Atelier Chilaze. Frequentadora assídua da Saara há anos, eu nunca tinha reparado nessa loja – e a descobri por acaso, por indicação de uma amiga. Depois de fazer uma visita à loja, eu tinha de trazer essa dica pra cá.

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No sábado, passei por lá e fiquei encantada com o que vi: peças cheias de personalidade, com uma pegada étnica, em cores diversas, supercharmosas. E o preço, embora fuja um pouco da média da Saara, ainda é acessível: os cordões mais bacanas ficam numa média de R$ 50. Eu amei e já levei dois, além de presentes para amigas.

Essas foram minhas escolhas:

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                                                   O colar amarelo de pertinho

São peças bem marcantes, que tem o poder de acrescentar graça a qualquer look mais básico. E eu, que não sei mesmo guardar nada pra depois, já sai passeando com elas por aí. E elas chamam a atenção viu? Recebi vários elogios nos últimos dias!

O Atelier Chilaze fica na Rua Senhor dos Passos, 197 – Centro do Rio. Além disso, eles têm participado com frequência da Babilônia Feira Hype.

 

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Uma coisa que eu sempre tive vontade de fazer é a análise cromática – que é um serviço geralmente oferecido por consultores de estilo para descobrir quais são as cores e tons mais indicados para você, de modo a complementar e emoldurar o rosto, sem te apagar.

Mas parecia tão distante da minha realidade, coisa de gente “rhyca”, que tem personal stylist e muita grana no bolso. Apesar disso, eu coloquei a análise cromática como uma das minhas metas no “101 coisas em 1001 dias”, naquela de “ah, vai que eu ganho na Mega Sena e rola”.

Pois bem: não ganhei na loteria, mas a oportunidade apareceu. A Ana Soares, blogueira do Hoje eu vou assim off (um dos meus blogs preferidos!), abriu um workshop voltado justamente para cores e, de quebra, faria a análise cromática nos participantes. Eu me inscrevi meio no impulso – e ainda bem! Porque a turma só tinha oito vagas e esgotou no mesmo dia. O workshop rolou no sábado passado e foi uma delícia.

Primeiro porque é tão raro a gente ter oportunidade de investir em algo que não tem outro propósito a não ser nos dar prazer, né? Sempre que pensamos em cursos, pensamos em investimentos de trabalho, idiomas…

Como funciona: A Ana trabalha com o método sazonal expandido, o que significa que as paletas são definidas pelas estações do ano + a intensidade de cada uma. a Ana e sua assistente, a Manu, foram usando as bandeiras coloridas diante da gente. Cada uma de nós colocou um aventalzinho e uma faixa de cabelo cinzas, para ficar só a pele do rosto mesmo, sem interferência de cor de cabelo e roupas. E aí, a cada dupla de cores, a gente ia vendo e analisando como aquela cor impactava nossa pele. Parece besteira, mas dava pra ver muuuuuito a diferença que as cores faziam. As olheiras davam uma atenuada, as manchinhas da pele ficavam mais suaves, algumas das meninas pareciam até sorrir (embora a expressão fosse absolutamente a mesma!). E aí ficava fácil definir qual era a paleta de cada uma.

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Passar pela análise cromática fez eu me confrontar com várias certezas sobre mim mesma – uma delas a de que eu “gosto de todas as cores”.

Eu digo porque: descobri que a minha paleta é a outono puro/quente, cheia de tons terrosos. E eu, que amo cores vivas como vermelho e pink, e também adoro branco e joias prateadas, descobri que elas estão longe de ser a melhor opção pra mim.

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Em um primeiro momento, meu mundo caiu (ai que menina dramática). Mentira, mas eu fiquei bem surpresa. Amarelo? MARROM? Mas eu fico péssima de marrom! Marrom é cor de velho! Não tem vermelho! Não tem branco? Gente isso aqui TEM-QUE-ESTAR-ERRADOOOOOOOOOOO!!

Aí a Ana, muito paciente, começou a me mostrar que existem vários tons, que o caramelo, por exemplo, é um tom de marrom mais jovem e fresca que combina muito mais comigo… E eu fui começando a digerir. E começou a fazer sentido, principalmente quando eu experimentei um casaco verde militar durante a aula.

No fim das contas…

…achei foi ótimo ter uma cartela tão diferente da que tinha imaginado! Aí sim serei desafiada a sair da minha zona de conforto e experimentar novas coisas. Já agucei meu olhar e, em uma rápida visita ao shopping para ir ao cinema, reparei em coisas tão diferentes das que olharia antes: está cheio de tons terrosos, berinjela e caramelos por aí :) Além de vários tons de azul que eu já amo mesmo.

Além disso, aprendi várias coisas legais: o preto, por exemplo, não é uma cor que fica bem em todo mundo. Eu mesma sempre tive a impressão que não era a melhor cor pra mim… Foi até libertador! Agora não me sinto mais presa na falácia do pretinho básico hehehe

Aprendi também que posso sim usar as cores que não são as melhores pra mim, mas de outras formas. Aprendi a ser mais criativa e olhar para minhas peças de roupa de outras formas – que posso versatilizar o investimento combinando de jeitos diferentes e comprando peças mais certeiras. Que neutro é bem mais que preto!

Foi uma grande oportunidade de ter um novo olhar sobre mim mesma e meu estilo. Como falei, ainda estou digerindo, mas estou gostando muito de ter essa chance de olhar pra mim sob um novo ângulo e de sacudir minhas certezas.

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suflê de cenoura

Um dia desses eu estava de boas trabalhando quando me deu a maior vontade de comer suflê. Lembrei que tinha cenoura em casa e pensei: vou fazer suflê de cenoura pro jantar!

Eu sei que até cozinheiros experientes têm medo de fazer suflê, mas eu juro que não é difícil. É, sim, um pouco trabalhoso – mas nada impossível. E essa receita é ótima porque você pode trocar a cenoura por outro legume, como couve-flor, brócolis, abobrinha, espinafre, palmito… o que quiser! Basta ralar ou picar bem fino e ser feliz.

Enfim: postei a foto no insta e bombou de pedidos de receita. Então, aqui está!

O melhor suflê de cenoura do mundo

Ingredientes
1 xícara de chá de cenoura ralada finamente
1 colher de sopa cheia de manteiga
1/2 xícara de parmesão no ralo fino
1 colher (sopa) de farinha de trigo
1/2 xícara (chá) de leite
5 claras de ovo
3 gemas
Sal, noz moscada e pimenta do reino gosto
3 ramequins ou refratários individuais ou 1 refratário médio
Um pouco mais de manteiga e farinha para untar

Primeira coisa: pré-aqueça o forno em 200 graus (médio).

Unte os ramequins com manteiga e enfarinhe. Reserve.

Derreta 1 colher e meia de manteiga numa panelinha. Refogue a cenoura ralada, tempere com sal. Desligue o fogo quando a cenoura estiver levemente cozida.

Junte a colher de farinha e mexa bem. Vai virar uma bola laranjinha, mas não tenha medo. Mexa por um ou dois minutos ate que a cor esteja homogênea, sem pedacinhos brancos de farinha. Desligue o fogo. Com um fouet ou batedor de arame em mãos, acrescente o leite, batendo ate dissolver a farinha que estava grudada – vai ficar um creme alaranjado não muito grosso. Tempere com sal e pimenta e mexa um pouco mais.

Misture o creme não muito quente com as gemas e o queijo ralado, ainda com o batedor. Se o creme de cenoura estiver muito quente, as gemas vão cozinhar e não é essa a intenção. A massa fica um molho meio líquido, como se fosse um molho branco. Tempere com noz moscada e reserve.

Ferva 1 litro de água. Enquanto isso, bata as claras em neve com uma pitada de sal – Atenção para o ponto, esse é todo o segredo do suflê. Copiei do site Panelinha: “Na batedeira, comece batendo as claras em velocidade baixa e, assim que elas começarem a espumar, aumente a velocidade. Quando estiverem bem branquinhas, mas ainda cremosas, pare de bater e faça o teste: mergulhe o batedor de arame na tigela, retire e vire para cima; as claras devem formar uma pontinha que para em pé. Se ela pender para algum dos lados, ainda não está no ponto. Bata mais um pouquinho, pare novamente e, tão logo fique em pé, pare de bater.”

Pegue pouco menos da metade das claras e misture com o creme de cenoura. Em seguida, junte o resto misturando delicadamente, de baixo para cima. Ser delicado é essencial para que a mistura continue cheia de ar – assim o seu suflê vai crescer bem bonito!

Preencha todo o volume do refratário com a massa. Aí você nivela passando uma faca (com o lado contrário ao fio) ou espátula por cima.

Lembra a água que você deixou fervendo? hora de usá-la! Os suflês vão ao forno em banho maria. Você coloca os recipientes em uma assadeira e coloca no forno. Aí, basta despejar a água na assadeira até cobrir a metade do refratário. Dica: não abra mais o forno! O suflê assa por mais ou menos 20 minutos, até ficar douradinho e no ponto. Sirva imediatamente! Pois logo ele murcha – se não murchar, não é um suflê 😉

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vestido de madrinha sob medida_Destaque

Em março do ano passado, Leandro e eu fomos convidados a apadrinhar o casamento de um casal muito querido. Atire a primeira pedra que mulher não se sente honrada e ao mesmo tempo em um leve pânico ao ser convidada para ser madrinha – afinal, achar um belo vestido não é coisa fácil. Para deixar tudo mais difícil, o casamento seria daqueles, com festa no Copacabana Palace, talvez o mais icônico hotel deste país! Por isso, começou a crescer em mim a vontade de mandar fazer um vestido de madrinha sob medida.

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00_panqueca de coco_lowcarb fit

Eu volteeeeeeeeeeeeeei agora pra ficaaaar…

Prometi a mim mesma que ia postar uma vez por semana. Pois bem, é a quarta semana do ano e já perdi duas. SHAME ON ME! hehehe Mas é que tive dez dias de férias e esqueci de (quase) todos os compromissos e obrigações. Hoje volto à rotina e volto também às postagens. Sim, eu sei que são tantas, mas tantas ausências que nem eu acredito que vou conseguir voltar a aparecer por aqui com frequência. Mas a verdade é que eu adoro escrever e, hoje em dia, este é o cantinho em que consigo fazer isso. Então, melhor (mais um) recomeço do que um abandono definitivo.

Vamos (re)começar com uma ideia de café da manhã prático, saudável e diferente?

Fui apresentada a esta panqueca de coco pela minha amiga Verônica. São necessários pouquíssimos ingredientes, zero habilidade na cozinha e não mais do que cinco minutos para um belo café da manhã ou lanchinho. Mas, quando coloquei a foto no Instagram, foram vários pedidos para esta receita. E, melhor ainda, podemos dizer que é uma panqueca fit! Então, aqui está ela!

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Panqueca de coco fit

5 colheres de sopa de coco 
2 ovos

Opcional: Canela ou adoçante culinário a gosto

Bata os dois ovos com as colheres de sopa de coco. Se quiser, adicione o adoçante ou canela para um sabor extra. Com a ajuda de uma concha, despeje metade da mistura em uma frigideira aquecida. Deixe firmar por um minutinho e vire. Assim que dourar, pode tirar e servir. Pode servir com mel, frutas, do jeito que quiser. Delícia, eu te garanto!

O segredinho? Eu prefiro comprar o coco em lascas, em lojas como Casas Pedro, sem açúcar e mais fresco, ou o fresquinho da feira ou hortifrúti mesmo – essa panquequinha da foto eu fiz justamente com o coco fresco. A parte ruim é que ele dura menos na geladeira… Se você não encontrar, pode usar o ralado de saquinho, mas nunca o coco açucarado, tão normal nos supermercados. Fique de olho nos ingredientes. Além de nada saudável, vai deixar sua preparação enjoativa.

Muita gente tem medo de comer coco, por ser uma fruta gordurosa. Mas eu acho besteira. A gordura presente é saudável e pode até te ajudar a emagrecer, sabia? Claro que consumido em quantidades razoáveis e dentro de uma dieta equilibrada. Ah, e a preparação está super dentro para quem faz dieta lowcarb, que está bombando atualmente.

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Sempre que alguém me pede uma receitinha prática e saudável, eu penso logo nessa frittata. A frittata é um prato a base de ovos bem parecido com a omelete. Feito no forno, ele pode servir com uma refeição completa, com proteína, carboidratos e vegetais. Pra quem está na correria, é muito fácil de fazer, além de esquentar muito bem e ser ótima pra levar na marmita! Além de deliciosa, ela rende de seis a oito porções, o que é ótimo!

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Não, esse aqui não é um blog de moda. Embora eu ame moda, quem sou eu para falar sobre o assunto. Mas eu queria falar sobre o look do reveillon por um motivo.

Pode parecer bobeira um post sobre a roupa que usei nesta virada de ano. Mas é que, pra mim, foi um grande passo: eu me senti bonita.

Com a amiga Nanda, indo pra festa
Com a amiga Nanda, indo pra festa

Pra quem está acostumado a se ver no espelho e em fotos com tanta crítica – sempre reparando nos defeitinhos – se sentir confortável em uma roupa é tão estranho quanto usar um escafandro fora do mar. Mas, ao contrário desta minha analogia tosca, é muito, muito bom.

Meu braço ainda é gordo, eu continuo obesa (sim, estou obesa), a circunferência da cintura é a mesma, as celulites estão todinhas no mesmo lugar de sempre – mas eu me sinto bem na minha pele. Posso não estar satisfeita, posso querer sempre melhorar, mas enquanto isso eu preciso me crucificar, odiar meu corpo? Não quero mais isso. Esse corpo é a única morada da minha alma nessa terra. É esse corpo que me leva pra todos os lugares, que me sustenta, me dá prazer, me faz dançar e sorrir. Por isso, preciso cuidar bem dele – seja me alimentando bem, seja fazendo exercícios, seja me amando.

Dá licença que 2017 vai ser um ano de muito amor próprio.

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Ah, já que estamos aqui: o vestido é da Antix, tamanho G.

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101coisas

Eu tenho o hábito de, todo ano, fazer a minha lista de metas. Em 2017, não foi diferente, mas eu fui um pouco além: resolvi reeditar o meu “101 coisas em 1001 dias“.

Pra quem não sabe, este projeto consiste em traçar 101 metas, que sejam possíveis e mensuráveis, a serem cumpridas em 1001 dias (pouco mais de dois anos e meio). Há uns anos atrás, isso estava bombando nos blogs e foi assim que conheci.

Pra ser sincera, eu fiz a lista das 101 coisas lááá em 2014 e depois de talvez um ano esqueci da existência dela. Neste fim de ano, uma amiga querida (obrigada, Nessa <3) me relembrou desta lista e eu, cheia de medo, fui lá conferir o que tinha feito, afinal. Qual não foi minha surpresa em perceber que tinha completado boa parte das metas – e as que não completei, muitas delas não as fiz simplesmente por que mudei de ideia.

Foi uma das coisas mais poderosas deste fim de ano. Ver a lista do que foi feito me deu uma incrível sensação de poder, de pertencimento e perseverança. Tanto que quis mais!

Desta vez, tenho uma tática para não esquecer da lista: no último dia do mês, vou rever o que fiz e não fiz (já coloquei um alarme no meu calendário pessoal). Além disso, estou imprimindo uma versão mini da lista para deixar na minha carteira e me lembrar dos meus objetivos e metas para os próximos anos.

Gostou da ideia? Faça sua lista e me mande o link nos comentários. Vou adorar trocar uma ideia com vocês!

101 coisas em 1001 dias, versão 2017

Início: 01/01/2017
Término: 28/09/2019

Status:
– itens realizados
– itens em andamento
– itens não realizados/desistência/mudei de idéia

101coisas_familia

  1. Aplicar o método Marie Kondo na casa inteira
  2. Pendurar cortinas
  3. Trocar o varal da casa – descobri que minha ideia inicial não ficaria boa
  4. Colocar cortina nova na sala
  5. Fazer arte na parede do quarto
  6. Adestrar o Sheldon
  7. Fazer 15 minutos de destralhamento diários por um mês inteiro
  8. Ir a Friburgo pelo menos uma vez por bimestre
  9. Visitar a Ny pelo menos uma vez por bimestre
  10. Comprar um carro
  11. Meta secreta 1
  12. Meta secreta 2
  13. Engravidar
  14. Manter a horta de temperos
  15. Manter a casa com flores nos vasos por um mês inteiro
  16. Colocar cabeceira na cama
  17. Decorar a cozinha
  18. Trocar o filtro de água
  19. Organizar meu caderno de receitas
  20. Instalar espelho de corpo inteiro
  21. Fazer a gallery wall
  22. Limpar armário duas vezes por ano (2017.1 – 2017.2 – 2018.1 – 2018.2 – 2019.1)
  23. Comprar um novo jogo de panelas – comprado em fevereiro/2017. 101coisas_saudebeleza
  24. Sair do sobrepeso
  25. Manter o peso abaixo do sobrepeso por um ano
  26. Evoluir no controle da ansiedade
  27. Aprender a meditar
  28. Colocar botox
  29. Preenchimento de olheiras
  30. Ser mais autoconfiante
  31. Eliminar o refrigerante da vida
  32. Fazer uma tatuagem nova
  33. Fazer limpeza de pele a cada trimestre
  34. Correr uma prova de 10km
  35. Correr uma meia maratona
  36. Fazer análise cromática – feito em março de 2017 e tem post 
  37. Fazer 100 flexões de braço
  38. Fazer 50 double unders
  39. Comprar os essenciais do Tim Gunn
  40. Colocar aparelho
  41. Fazer clareamento dental
  42. Fazer um checkup anual (2017-2018-2019)
  43. Fazer checkup dental duas vezes ao ano (2017.1 – 2017.2)
  44. Fazer minhas próprias unhas por um ano inteiro (anotar semanalmente: 1-2-3-4-5-6-7-8-9-10-11-12-13-14-15-16-17-18-19-20…)
  45. Cortar o cabelo como a Claire Underwood
  46. Usar hidratante todos os dias por um mês inteiro
  47. Fazer outro whole30
  48. Malhar com personal
  49. Fazer um day spa101coisas_profissional
  50. Ler ao menos um livro por mês
  51. Pedir indicação de 10 livros para pessoas que admiro e ler os 10
  52. Manter bullet jornal
  53. Arrumar um hobby
  54. Rever a organização proposta pelo curso ‘hábitos das pessoas produtivas’
  55. Reduzir o tempo no celular e nas redes sociais
  56. Definir meta profissional anual e alcançá-la
  57. Fazer algum curso ligado à minha área profissional
  58. Terminar curso de Analytics
  59. Aprender a usar vetor101coisas_dinheiro
  60. Evoluir no planejamento da casa própria
  61. Poupar 10% do nosso salário mensalmente (jan – fev – mar – abr – mai – jun – jul – ago – set – out – nov – dez)
  62. Alcançar meta de poupança anual
  63. Continuar a anotar todos os gastos no idesp
  64. Ficar seis meses sem comprar roupas, acessórios, maquiagem ou esmaltes
  65. Não usar cartão de crédito por todo 2017101coisas_lazer
  66. Sair pra fotografar uma vez ao mês pelo menos (anotar mensalmente: 1-2-3-4-5-6-7-8-9-10-11-12)
  67. Ir ao teatro ao menos quatro vezes por ano
  68. Fazer álbum de Cancun
  69. Fazer álbum da Disney (2015)
  70. Fazer álbum de polaroids (2017-2018-2019)
  71. Comprar um novo patins
  72. Fazer curso de costura
  73. Conhecer a Itália
  74. Ir a NYC no Natal
  75. Tomar coragem e conhecer neve
  76. Viajar num feriado (morro de preguiça)
  77. Fazer uma trilha
  78. Conhecer uma cidade nova no Brasil
  79. Ir a Paraty com Leleco
  80. Fazer ao menos um programa ao ar livre por mês
  81. Ir a pelo menos seis exposições de arte por ano
  82. Comprar uma bicicleta
  83. Conhecer Inhotim101coisas_diversos
  84. Postar semanalmente no blog (anotar semanalmente: 1-2-3-4-5-6-7-8-9-10-11-12-13-14-15-16-17-18-19-20…)
  85. Consertar os errinhos do blog
  86. Participar do desafio “365 days” (tirar uma foto por dia no período de um ano)
  87. Voltar a fazer voluntariado
  88. Manter doação mensal para os projetos que ajudo
  89. Escrever ao menos duas cartinhas por ano para meu afilhado da Action Aid
  90. Fazer um presente com minhas próprias mãos
  91. Organizar meu HD externo
  92. Fazer uma festa de aniversário daquelas
  93. Levar marmita para o trabalho todos os dias por um mês inteiro
  94. Plantar uma árvore
  95. Doar sangue ao menos duas vezes ao ano
  96. Fazer 2 novas receitas por mês
  97. Fazer o potinho da gratidão por todo 2017
  98. Colocar as alianças para polir uma vez por ano
  99. Mandar cartões de Natal
  100. Encontrar mais amigos distantes
  101. Fazer uma nova lista “101 coisas em 1001 dias” quando 28/09/2019 chegar

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balanco

Eu adiei bastante escrever este post. Sabe quando você tem a sensação de que está desafiando e debochando de um inimigo? Então, 2016, eu não quero fazer isso, não. Mas eu precisava fazer um balanço de 2016 e não posso negar a realidade: é que, apesar das inúmeras notícias ruins que dominaram este ano que passou, para mim, PASMEM, 2016 foi um ano bom.

Eu sofri? Sim. Mas foi um ano mais leve do que o que passou. Um ano de perdão. Não a ninguém em específico, mas foi um ano que comecei a perdoar a mim mesma. Um ano em que aprendi mais sobre mim, que consegui lidar com as minhas batalhas de forma mais positiva e que escolhi um caminho com menos altos e baixos.

Só de não ter sofrido com a depressão, eu já me sinto uma vencedora.

E eu, que durante muitos anos só tive adjetivos negativos para me descrever, terminei esse ano conseguindo apreciar as coisas que faço. Uma das metas de 2017 é parar de me colocar tão pra baixo e não ter vergonha de reconhecer minhas qualidades. Por mais arrogante que possa parecer, eu tenho qualidades, pô! E não preciso ter vergonha delas: eu me considero uma pessoa inteligente, empática, divertida, eu cozinho bem, eu sou uma boa amiga! Qual o problema em admitir?

amorproprio

Foi um ano bom. Eu me mudei, aprendi a lidar melhor com minhas finanças, consegui perder uns quilinhos, arrumar minha casinha, me exercitar, estar com quem amo, estudar coisas que amo.

Por hoje e pelos dias que se seguem, eu escolho olhar o copo meio cheio.

2017, seja bonzinho comigo. 2016 foi.

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Essa semana, eu vesti uma camiseta para ir malhar e pensei: “Nossa, ela está bem larguinha. Me lembro dela me apertar os braços e marcar a barriga… Será que alargou na lavagem?”

Sim, alguma coisa dentro de mim faz com que eu não me aproprie das mudanças do meu corpo, sejam elas para o bem ou para o mal. Quando engordo, tenho dificuldade de ver o meu real tamanho. Quando emagreço também. O único jeito para ver a perda de peso é assim: colocando uma foto ao lado da outra.

E, mesmo assim, muitas vezes eu me pergunto se o problema não é da camiseta que alargou… 

Tenho muitos problemas com minha auto-imagem. Tenho tantas noias que até para voltar para o processo de emagrecimento foi difícil – além desta questão de não me ver assim tão gorda e batalhar com uma depressão, eu ainda tinha vergonha. “Vergonha é roubar e não conseguir carregar”, já brincava minha avó. Mas ficava pensando: “Gente, eu já passei por esse processo antes. Eu já emagreci tanto… E engordei tudo novamente! Quem vai acreditar em mim? Pior ainda: como eu vou acreditar em mim?!”

A verdade é que ninguém tem de acreditar em mim a não ser eu mesma. E eu tomei uma decisão: errando ou acertando, eu preciso fazer por mim o que acho certo. Eu posso ter minhas dúvidas, mas vivo um dia de cada vez e, a cada dia, eu tento fazer o melhor por mim – em todos os aspectos! Claro, há dias em que escorrego… E tudo bem! Este ano, resolvi focar em comer melhor e voltar a me mexer. Voltei a ter prazer em fazer exercícios, descobri novas atividades e cada dia tenho mais certeza que a comida que ponho no meu prato tem muita influência no meu humor e ansiedade.

Tento todo dia deixar essa vergonha de lado. Tento entender que meu relacionamento com minha auto-imagem e com a comida não é mesmo fácil e que, se falhei, posso tentar consertar; o que não posso é viver na falha somente por medo de tentar!

Li em um livro recentemente algo que falou bem no fundo neste momento

Voltar atrás não é falha ou fraqueza. Mudar seu relacionamento com algo tão emocional como comida é difícil (…) Lembre-se de que admitir que você precisa de ajuda é um sinal de força e indica o progresso que você já fez. Até por que, antigamente, seu pedido de ajuda costumava ser se jogar num pote de sorvete…

Um amigo resumiu bem o meu sentimento: “Você voltou a ser a Biessa que a gente conhece. Aquela outra não era você”. 

E como é bom poder ser quem se é <3 mesmo cheia de defeitinhos.

 

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